Atari 7800

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Atari 7800 é um console de videogame lançado pela Atari em junho de 1986 (um teste de mercado ocorreu dois anos antes). Foi desenvolvido para substituir o Atari 5200, que foi um fracasso de mercado, e restabelecer a supremacia da Atari em relação a Intellivision e Colecovision.

O Atari 7800, foi projetado para fazer frente aos recentes rivais do fracassado Atari 5200, O Nintendo Entertainment System(NES) e o Sega Master System. Com um processador trabalhando em uma velocidade superior aos rivais, e com um processador de audio de dois canais separados, o Atari 7800 possuia um desempenho superior em velocidade ao NES e gráficos e sons de qualidade similiar ao Sega Master System.

Porém, o que decretou o fracasso do Atari 7800, mesmo sendo superior aos concorrentes, foi o baixissímo acervo de jogos, uma vez que a maior parte das Software House de sucesso da época, como: Taito, Namco, Capcom e a própria Activision, responsável pelos maiores sucessos da Atari a época do Atari 2600, já possuíam contrato de exclusividade com a Nintendo.

Curiosidade no Brasil

O que pouca gente sabe é que o Atari 7800 quase foi lançado no Brasil. O Grupo Gradiente, detentor dos direitos sob a marca Atari no Brasil a época do lançamento, chegou a renovar os direitos sob a marca para a produção do Atari 7800, porém, receosa dos recentes fracassos com o Atari 5200, que nem chegou a ser fabricado no Brasil em detrimento do aumento da produção do Atari 2600, que teve vida bastante longa no Brasil, e se devendo também ao baixissímo sucesso do 5200 nos EUA e Europa, optou por não renovar a detenção da marca Atari e não produzir o novo console Atari 7800, optando por produzir o Phantom System, clone do NES que era fenômeno em todo mundo e produzir jogos licenciados pela Nintendo no Brasil. Porém, com toda a linha de montagem já pronta para produzir o Atari 7800 a opção foi manter a carcaça do Atari 7800 com todo o Hardware Nintendo adaptado.

 

Alguns jogos de Atari 7800:

                            

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Vídeos Interessantes

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            Nintendo Entertainment System                                      Sega Master System

 

 

  

    

    

    

    

Curiosidades

 

Para se ter idéia do sucesso do SMS( Sega Master System) na Europa, a Nintendo foi obrigada a pedir licenciamento de jogos do SMS em versões para o Nes (geralmente feitas pela Tengen), como Shinobi, After Burner e Out Run. Com vocês a versão comparada dos jogos Shinobi do NES e do SMS. De brinde mais uma comparação dos Double Dragon:

 

 

Street Fighter II ' (1997 - Tec Toy)- Sega Master System:

 

 

Angry Videogame Nerd

                                            Parte 1                                                                                    Parte 2

 

   

 

Jogue NES online: http://jogosdenes.com.br

Jogue Master System online: http://mastersystem8.com

Jogos NES

Super Mario Bros. (1985)

 

Ghosts n' Goblins (1986)



Castlevania (1986)

 

Double Dragon (1987)




Mega Man (1987)


Super Mario Bros 3 (1988)


Teenage Mutant Ninja Turtles 2 (1990)

Sega Mark III / Sega Master System

 

Texto extraído do site Game Hall.

Postado por Alucard em quinta-feira 21 setembro 2006 as 16:26

Para ver a matéria completa : http://gamehall.uol.com.br/site/a-historia-do-master-system/

 Imaginem uma outra época. Uma época em que talvez muitos dos leitores ainda estivessem engatinhando ou ainda nem mesmo tivessem nascido. O ano: 1989. Localização: Brasil. O console: Master System. A empresa: Tec Toy.

Somente com essas variantes, o mercado brasileiro de videogames sofria uma metamorfose revolucionária e que nunca mais seria a mesma.

Sim, já tínhamos o Atari, o MSX também andava por aí assim como dezenas de clones do Nintendinho 8 Bits.

Mas tudo mudou com a chegada do Master System, um dos videogames mais queridos e lembrado pelos gamers brasileiros. Com ele aqui, a Nintendo não teve vez. Confiram agora a história desse videogame que marcou milhares de jogadores e deixou um legado de recordações e lembranças de uma época que jamais será esquecido por quem vivenciou.

Voltando no tempo…

Vamos recapitular como estava o mercado de videogames antes da chegada do Sega Master System (SMS). Inicio dos anos 80, o mercado era dominado pela “gigante” americana Atari e seu videogame. Tudo ia bem até que em 1984 aconteceu o fenômeno batizado de “crash” dos videogames, que simplesmente era a falta do interesse do consumidor pelos aparelhos eletrônicos, isso por causa da falta de jogos novos e interessantes para o sistema Atari.

Do outro lado do mundo, no Japão, uma empresa de baralhos começa a despontar no ramo de games. A Nintendo lança em 1983 o seu videogame de 8 Bits, o Famicom, fazendo grande sucesso nas terras nipônicas por apresentar jogos mais elaborados. Com o sucesso a Nintendo resolve lançar o console nos EUA (ironicamente pediu para a Atari ser a sua representante, que recusou logo de cara). Com um novo formato e rebatizado de Nes, o videogame virou sucesso absoluto e rapidamente dominou o mercado, que era dos americanos e agora passava para os japoneses (e assim é até hoje).

Uma respeitada fabricante de arcades começava a preparar o terreno para entrar no mercado de videogames. Já em 1981 estava em testes o que seria o “embrião” do Master System, o SG-1000 Mark I. O primeiro videogame doméstico da empresa, foi lançado apenas no Japão em 1983 e não fez muito sucesso (console muito raro e cobiçado por colecionadores). No ano seguinte sairia o SG-1000 Mark II, uma versão melhorada do primeiro console. Mas a Sega ainda não estava satisfeita com o resulta, e então em 1985 sairia a versão definitiva, o SG-1000 Mark III, que depois ficaria conhecido como Master System.

O console havia sido feito com um propósito: encarar o rival Famicom e abocanhar uma fatia do rentável bolo da indústria de videogames. E potencial o aparelho tinha, com especificações melhores que o Nintendinho 8 Bits, ele era tecnicamente mais poderoso. Infelizmente enfrentou barreiras que não puderam ser contornadas:

Apesar de as vendas terem sido muito modestas no Japão, a Sega não desistiu, pelo contrário, resolveu ser mais audaciosa ainda e peitar a Nintendo no território onde ela reinava absoluta: a terra do “Tio Sam”, os EUA. Convenhamos, ela demonstrou coragem e personalidade ao tomar essa decisão.

O Master System foi totalmente reformulado para entrar nos EUA e outros países. Com uma cor preta e detalhes em vermelho, tinha um visual moderno e arrojado (e diga-se de passagem, muito mais bonito que a “caixa” cinzenta do Nes).

E assim em Junho de 1986 chegava o SMS em território inimigo, em que a Nintendo reinava absoluta com 90% do mercado com o seu Nintendinho. Infelizmente o SMS sofreria as mesmas pressões que a sua versão do Japão, com o monopólio da Nintendo das principais sofhouses, o SMS não tinha chance contra Mario, Zelda, Castlevania, Final Fantasy e Megaman. A maioria dos jogos eram feitos pela própria Sega, em boas conversões caseiras de seus arcades.

Enquanto nos primeiros quatro meses o SMS vendeu 125.000 unidades, no preço de US$200, a Nintendo vendeu em volta de 2 milhões de Nes no mesmo período, o que não agradou muito o presidente da Sega na época, Hayao Nakayama, que resolveu não gastar mais esforços em um mercado que claramente não poderia vencer. Ele então toma uma decisão que seria fatídica para o SMS nos EUA.

A Sega resolve fechar um acordo de licenciamento e distribuição com a loja de brinquedos Tonka Toys, na esperança de uma melhor distribuição do SMS na rede de lojas do país. Acontece que a Tonka Toys não manjava nada de videogames, não fazendo campanhas publicitárias e trazendo os piores jogos do console. Se o SMS não estava indo bem nas mãos da Sega, com a Tonka Toys foi de patético a pior.

Com a incompetência da Tonka em administrar o SMS, a Sega teve que repensar suas estratégias. Com o lançamento do Genesis (Mega Drive) em 1989 nos EUA, a Sega finalmente começava a quebrar o monopólio da Nintendo no mercado de videogames. Agora oficialmente nos EUA com a Sega of América, ela readquiriu os direitos do SMS, remodelou o aparelho e o lançou com o nome de SMS II, com um formato mais simples e barato. Mas de nada adiantou o esforço e em 1992 a Sega of América encerrou a fabricação do SMS.

SMS em outros continentes

O SMS pode ter levado uma “cossa” do Nes no Japão e nos EUA, mas na Europa a história foi bem diferente. O Nes não fazia muito sucesso nos países europeus, e em 1987 o SMS seria lançado fazendo um enorme sucesso. Rapidamente conquistou o mercado europeu, fazendo inclusive que a Sega criasse uma filial na Europa, criando assim um terceiro grande campo consumidor para videogames. A Nintendo nem tentou competir com a Sega abrindo filial por lá.

Com o apoio de várias sofhouses em produzir games para o console, o SMS europeu teve diversos títulos exclusivos, que faziam muito sucesso. Entre as softhouses estavam a Absolute, Acclaim, Activision, Core, Codemasters, Domark, Flying Edge, Image Works, Sony, Tengen, U.S. Gold, Virgin Games.

Para se ter idéia do sucesso do SMS na Europa, a Nintendo foi obrigada a pedir licenciamento de jogos do SMS em versões para o Nes (geralmente feitas pela Tengen), como Shinobi, After Burner e Out Run. Claro que as versões do Nes não chegavam nem perto da qualidade das versões do SMS.

Além da Europa, o SMS vendia muito bem também na Austrália, um mercado consumidor que se baseava no europeu. As vendas do SMS na Europa teve suporte da Sega até 1997, que virou parte da história de videogames naquele continente.

O Master System é verde e amarelo!

Mas não foi apenas na Europa que o SMS teve seus dias de glória. Mais ainda que na Europa, o Master System iria conquistar toda uma nação de jogadores: o Brasil!

Chegando a terras tupiniquins em 1989, pela então recém-formada Tec Toy – que já tinha certo renome com o seu “brinquedo” educacional de perguntas e respostas chamado Pense Bem (verdadeira mania da molecada na época, eu tinha um, eheh) e com os saudosos mini-games – o Master System chegava OFICIALMENTE ao Brasil.

Uma revolução no mercado brasileiro de games estava acontecendo. Diferente da Tonka Toys nos EUA, a Tec Toy levou a sério sua parceria com a Sega e fez seu trabalho de casa direitinho, investindo muita grana em publicidade (comerciais de TV, revistas, outdoors, programas de TV) e uma boa variedade de títulos e jogos de peso já no lançamento do console.

O SMS, assim como na Europa, rapidamente caiu nas graças dos jogadores brasileiros, sendo um mega-sucesso de vendas. E olha que a concorrência não era fácil, apesar de o Nes não ser vendido oficialmente no Brasil, havia diversos “clones” feitos por empresas brasileiras, como o Hit Top Game, Dynavision e o Phantom System. Pirataria na cara dura. E o SMS foi um vencedor, no inicio dos anos 90 a Tec Toy já possuía 80% do mercado brasileiro de games. Ah os saudosos anos 90, a era de ouro dos videogames no Brasil. O SMS reinava glorioso no país, servindo ainda para abrir as portas para o seu irmão que logo chegaria, o Mega Drive, outro grande sucesso de vendas da Tec Toy.

É importante destacar o importante papel que o SMS teve aqui no Brasil, pois foi graças a ele que um novo mercado chegava aos brasileiros, através da Tec Toy. Além dos periféricos que ela trazia, como os óculos 3D, a pistola Light Phaser, os jogos em cartão, outras “bugigangas” também chegavam, como camisetas, adesivos, brinquedos, bichos de pelúcia (eu tinha um Sonic ^^), comerciais na TV (eu me lembro dos comerciais dos óculos 3D, da pistola e de alguns games como Alex Kidd e Phantasy Star) e sem falar do anime Zillion, feito especialmente pela Sega para promover o game e a pistola Light Phaser (que era quase idêntica a pistola Zillion).

Grande sacada de marketing. O anime além de ser genial – teve 31 episódios, que passava aqui na Rede Globo – ainda servia para promover os games (teve dois e um terceiro chamado Fantasy Zone, estrelado pelo personagem coadjuvante Opa-Opa). A molecada assistia ao anime e queria uma pistola igual ao do JJ (foi esse o motivo para eu comprar um SMS) ou então eram os óculos 3D que apostavam na novidade e originalidade.

A Tec Toy investia pesado nas campanhas publicitárias. Todas as revistas de games da época tinham propaganda dos games e consoles Tec Toy. Algumas eram propagandas originais, feitas aqui no Brasil mesmo, outras eram propagandas americanas, só que traduzidas para o português.

Tivemos várias versões do SMS da Tec Toy. O SMS II era igual ao primeiro, mas era mais barato e vinha com outros jogos. Já o SMS III, possuía um novo visual, que era o mesmo do SMS II lançado nos EUA e Europa e diversos modelos portáteis chamados Master System Super Compact, incluindo uma versão rosa para as meninas (e raríssimo hoje em dia) e era sem fio.

Outra “sacada” da Tec Toy foi desenvolver jogos exclusivos para o mercado brasileiro.

Entre os jogos “originais” (alguns eram simples conversões de outros jogos famosos, como Wonder Boy – porém alguns eram 100% nacional) tínhamos alguns jogos da Turma da Mônica, Pica Pau, Sitio do Pica Pau Amarelo, Geraldinho, Chapolin, o “clássico” Sapo Chulé vs os Invasores do Brejo (que beleza heim…), Mortal Kombat (do 1 ao 3) e até mesmo Street Fighter II pintou na telinha do SMS, com o recorde e incríveis 8Mb (jogo OFICIAL da Capcom juntamente com a Sega/Tec Toy – lançado SOMENTE NO BRASIL juntamente com um controle de 6 botões parecido com o do Mega Drive).

Além disso, a Tec Toy converteu vários jogos do portátil Game Gear para o SMS, aumentando ainda mais a biblioteca de jogos disponíveis. Alguns deles: A Pequena Sereia, Mickey Mouse, Ren and Stimpy, Sonic Blast (também com 8Mb), Virtua Fighter. Alguns desses jogos eram conversões de jogos europeus, que também tinham jogos exclusivos. Porém, somente no Brasil o SMS teve tantos jogos disponíveis e até hoje ainda é fabricado e vendido pela Tec Toy.

Mais vendidos no Brasil

Em 2004, a Tec Toy revelou os jogos mais vendidos do Sega Master System:

  1. Castle of Illusion
  2. Jogos de Verão/California Games
  3. Double Dragon
  4. Great Soccer
  5. Mortal Kombat II
  6. Rambo III
  7. After Burner
  8. Indiana Jones
  9. Sonic the Hedgehog 2
  10. Black Belt

Jogos Master System


Alex Kidd in Miracle World (1986)

 

Wonder Boy (1986)

 

Phantasy Star (1987)

 

Shinobi (1988)

 


Ghouls n' Ghosts (1990)

 

Castle of Illusion (1990)

 

Sonic, the Hedgehog (1991)

Lucky Dime Caper (1991)

 

Mônica no Castelo do Dragão (Tec Toy - 1991)

 

Turma da Mônica em: O Resgate
(Tec Toy - 1993)

 

Chapolin X Drácula
(Tec Toy -1993)

 

Sítio do Pica-Pau Amarelo
(Tec Toy -1997)

Street Fighter 2
(Tec Toy -1997...que gráficos!)

A 3ª geração

Famicom / Nintendo Entertainment System (NES)

      

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Nintendo Entertainment System, ou simplesmente NES (no Brasil apelidado como Nintendinho), é um videogame lançado pela Nintendo na América do Norte, Europa, Asia, Austrália e Brasil. Originalmente lançado no Japão em 1983 com o nome de Nintendo Family Computer, ou apenas Famicom, o sistema foi redesenhado e recebeu o novo nome para ser lançado no mercado americano em 1985. O NES/Famicom foi o videogame de maior sucesso comercial na sua época, ajudou a indústria de videogames a se recuperar da crise de 1983 e estabeleceu novos padrões que seriam seguidos pela indústria. Também foi o primeiro console a ser produzido por terceiros, o que ajudou a divulgar o sistema em todo o mundo. O NES também foi um dos primeiros consoles a se apoiar em jogos feitos por terceiros (não só pela própria fabricante). Seu código de modelo é NES-001.

Com mais de 60 milhões de aparelhos vendidos, o NES fica atrás apenas das franquias Game Boy e PlayStation como console mais

 

História

Para dar continuidade ao sucesso dos seus jogos de arcade lançados no começo dos anos 80 a Nintendo planejava lançar seu próprio console. A idéia inicial era um sistema com processador de 16 bits e drive para disquetes, como essas especificações estavam fora da realidade da época o projeto foi redesenhado e em 15 de Julho de 1983 a empresa lançou no Japão o Nintendo Family Computer. O Famicom, como ficou conhecido, era um console com processador de 8 bits e funcionava com cartuchos. Propositalmente o design do Famicom foi feito para que ele parecesse um brinquedo. Era claro, com duas cores (vermelho e branco) e apresentava controles totalmente diferentes dos padrões da época. O console possuia uma porta de expansão e muitos componentes seriam lançados para conectar à porta.

Durante o seu primeiro ano o Famicom foi criticado por alguns erros de programação o que fez a Nintendo executar um recall de todos os consoles vendidos e parar temporariamente a sua produção. Mais tarde, já com o problema solucionado, a Nintendo voltou a comercializar o Famicom se tornando o console mais vendido no Japão no final de 1984.

Encorajada com o sucesso do Famicom no Japão a Nintendo demonstrava grande interesse em lançar o sistema no mercado ocidental. A empresa tentou negociar com a Atari o lançamento de seu console no mercado norte-americano, sob o nome de "Nintendo Enhanced Video System", mas a Atari não demonstrou interesse, já que estava trabalhando no seu próprio console de 8-bit. A Nintendo resolveu então lançar o sistema sozinha e em Junho de 1985 apresentou na feira Consumer Electronics Show o Nintendo Entertainment System. O sistema foi totalmente redesenhado, apresentava um layout muito mais sério e moderno, e ao contrário do que era feito anteriormente a Nintendo apresentava o console como um centro de entretenimento para enfatizar o poder do sistema.

O NES foi lançado oficialmente nos EUA no dia 18 de Outubro de 1985 apenas em Nova York, para teste de aceitação do público. Foram disponibilizadas inicialmente 50.000 unidades que se esgotaram rapidamente, o que levou a Nintendo a lançar o console no resto do país em Fevereiro do ano seguinte. Mais tarde o console foi lançado oficialmente na Europa, Austrália e Brasil. O sistema, apesar da concorrência com o Sega Master System, manteve-se na liderança dos mercados japonês e americano durante uma década.

Nos anos 90 devido a renovação tecnológica o sistema foi substituido por consoles mais modernos. A Nintendo norte-americana continuou dando suporte ao console até 1995 quando sua produção foi encerrada. No oriente, a Nintendo japonesa produziu novas versões do Famicom até 2003, quando oficialmente descontinuou o sistema. Isso deu ao sistema um tempo oficial de vida de 20 anos, o maior entre todos os consoles lançados até hoje.

Jogos

O NES se tornou um sistema extremamente difundido graças a jogos da Nintendo que lançaram franquias bem-sucedidas, como Mario, Metroid e Zelda.

O console também teve grande colaboração de terceiros, com as japonesas Capcom, Konami e Square começando séries como Mega Man (Capcom), Castlevania e Contra (Konami) e Final Fantasy (Square) no console. A Nintendo também tinha um contrato de exclusividade com seus colaboradores (garantindo que as empresas só trabalhariam no NES).

O jogo mais vendido é Super Mario Bros., com 40 milhões de cópias, mas acompanhando o console (às vezes num cartucho que incluía Duck Hunt). Super Mario Bros. 3 é o jogo separado mais vendido da história, com 17 milhões de cópias.

Pirataria

Devido a sua popularidade, o NES/Famicom tornou-se um dos videogames mais clonados da história. Os clones são cópias não-oficiais do hardware do NES e que conseguem executar jogos originalmente desenvolvidos para ele. Já foram catalogados mais de 300 clones em todo o mundo e alguns ainda são produzidos até hoje. Muitos países onde o NES não foi lançado oficialmente só conheceram o sistema através dos clones. A antiga União Soviética teve o Dendy Junior, um clone que imita o desenho do Famicom. Com a tecnologia atual é possível reproduzir todas as funções do NES em apenas um único chip, o que permitiu a criação de alguns clones portáteis como o Pocket Famicom.

Os jogos também foram um forte alvo da pirataria, tendo sido apreendidos milhões de cartuchos pirateados ou não-licenciados ao longo dos anos. Mesmo o sistema de proteção desenvolvido pela Nintendo, que utilizava o chip 10NES para a verificação do cartucho no momento do boot, não foi suficiente para inibir as cópias ilegais. O caso mais famoso é o da Tengen, linha de acessórios criada pela Atari e que lançou diversos jogos não-licenciados para NES. A Tengen desenvolveu o chip Rabbit, clone do chip 10NES da Nintendo, que permitia que seus jogos funcionassem no NES.Então, vieram outras empresas como a Color Dreams e a Codemasters,para fazer jogos não licenciados para o NES.

Clones no Brasil

O NES só foi lançado oficialmente no Brasil em 1993. Antes disso muitos fabricantes brasileiros lançaram diversos clones com cartuchos próprios e suporte técnico. Os primeiros clones surgiram em 1989, como o Top Game VG-8000, produzido pela CCE, o Dynavision II, produzido pela Dynacom, o Phantom System, produzido pela Gradiente e o BIT System, um console semelhante ao NES, produzido pela Dismac. Enquanto o primeiro e o segundo utilizavam slot de cartuchos de 60 vias compatível com o Famicom, os dois últimos utilizavam slots de 72 vias compatíveis com o NES.

Em 1990 vieram o Super Charger da IBCT, o Hi-Top Game da Milmar e o Top Game VG-9000 da CCE, sendo que o primeiro utilizava o slot de 60 vias, e os restantes utilizando o slot de 72 vias. O Top Game VG-9000 apresentava ainda a curiosa vantagem de ser "dual-slot", ou seja, também possuia um slot de 60 vias para os cartuchos japoneses. Seguindo a CCE, a Dynacom lança em 1991 uma versão revisada de seu Dynavision II, o Dynavision III, com o sistema dual-slot. Em 1992 outro clone curioso é lançado: o Geniecom. Desenvolvido por uma empresa homônima, o aparelho possuia um Game Genie embutido, possibilitando aos jogadores trapacear nos jogos sem a necessidade de comprar o acessório separadamente. Alguns outros clones foram lançados posteriormente (até nos dias atuais), mas sem muita expressividade.

Atualmente os maiores clones de NES no Brasil são o Dynavision Extreme da empresa Dynacom e o Polystation que é vendido geralmente por camelôs e lojas de 1,99.

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